Centros de Estudos

Centro de Economia Aplicada (CEA)

Coordenado pelo Prof. Aloisio Araujo, o Centro de Economia Aplicada (CEA) tem como principal objetivo produzir e divulgar os trabalhos intelectuais que tenham impacto no debate econômico corrente em diversos temas relevantes na agenda brasileira.  

Em 2021, o Centro teve sete projetos em desenvolvimento, como também foi convidado para participar de seminários, painéis e encontros (webinar) promovidos por notáveis instituições:

1 - "Macroeconomia em Momentos de Quase Dominância Fiscal: modelo e simulações"

Tem como objetivo ser uma extensão do exemplo fiscal detalhado em Araujo, Berriel e Santos (IER, 2016), onde a dívida deixará de ser apenas um parâmetro e passará a ser, no modelo estendido, uma variável de escolha fiscal. Essa extensão visa capturar o importante dilema intertemporal da política econômica: de um lado, o desejo de se coordenar as expectativas de inflação em patamares reduzidos de forma perene; de outro, a dificuldade em se arcar com os custos fiscais que são necessários para assegurar de forma repetida a entrega da meta com elevada probabilidade.

Além disso, intenciona-se mostrar que a meta de inflação ótima, em equilíbrio, deve ser uma função da trajetória fiscal. Do ponto de vista teórico, o projeto visa a unificar em um modelo tanto a capacidade de coordenação de políticas econômicas sob informação imperfeita (Global Game) quanto a dinâmica ótima da dívida pública.

Nosso modelo também visa contribuir teoricamente na questão de interação entre política monetária e política fiscal, explicitando um trade-off que há na condução das duas políticas.

Uma vez pronto o modelo, é possível fazer simulações numéricas e relacioná-las com a evidência empírica. Possíveis varáveis cujos compartamos e associações entre si podem ser acompanhadas são inflação, variáveis fiscais e prêmios de risco. Por exemplo, pode-se analisar como se comportam a variância das expectativas de inflação dos agentes e o prêmio de risco no modelo e, em seguida, analisar como essas variáveis se comportam nos dados. A base de dados do Focus com as expectativas de inflação dos agentes de mercado é uma candidata natural para ser utilizada.

2 - "Produtividade e bem-estar no Brasil e nos Estados Unidos – uma perspectiva setorial"

Neste projeto de pesquisa, propõe-se a investigação do problema do desempenho da produtividade no Brasil e nos Estados Unidos sob a perspectiva setorial e implicações de bem-estar.

Pretende-se mensurar a contribuição de diferentes grupos de setores para a redução no crescimento da produtividade nos Estados Unidos e para a falta de convergência da produtividade do Brasil à fronteira mundial, com destaque para o papel de setores com efeitos de bem-estar proeminentes, como saúde e educação.

Em relação à literatura prévia, a presente proposta avança em duas direções. Em primeiro lugar, ao empregar a abordagem de números índices derivados a partir de resultados de dualidade em Equilíbrio Geral para medir a produtividade com dados setoriais. Em segundo lugar, ao adotar um nível de desagregação setorial maior que estudos anteriores e enfatizar efeitos de bem-estar da composição setorial da economia.

Pretende-se com esta pesquisa compreender melhor as tendências de evolução de longo prazo da produtividade na fronteira tecnológica mundial e os problemas que têm dificultado a convergência do Brasil. Com isso, será possível analisar opções de política econômica que poderiam levar a maiores ganhos de bem-estar social e crescimento econômico.

3 - "CAPES PRINT – Mercado de Trabalho, Tributação, Seguridade e Desenvolvimento Econômico: Teoria, Evidência e Propostas de Reformas" - Coordenação Prof. Felipe Iachan.

O projeto busca contribuições para o entendimento da realidade brasileira, com ênfase no mercado de trabalho, tributação e a dinâmica de firmas. Os objetos de estudo principais são: fatores que determinam a informalidade de relações de trabalho, o cumprimento de regras tributárias e trabalhistas, a evolução de firmas em setores distintos e a dinâmica de renda de trabalhadores formais e informais. Algumas das contribuições do projeto são:

(i) Levantamento de evidências empíricas sobre evasão fiscal e tributação em folha: explorar como o grau de evasão fiscal (e/ou informalidade) se relaciona com arrecadação tributária. Identificar regularidades entre evasão e importantes características setoriais.

(ii) Contribuição teórica na literatura de políticas ficais: Este trabalho visa também contribuir teoricamente na questão sobre tributação ótima e evasão fiscal, propondo um modelo que permita esclarecer o comportamento observado nas evidências empírica. O modelo evidenciará margens de atuação para o reotimização dos sistemas tributários e previdenciários.

(iii) Tributação e evasão no Brasil: O estudo se propõe a avaliar os impactos de diversas políticas de desoneração e oneração a folha de pagamento na presença de evasão e informalidade e utilizar essas informações para propor melhorias no sistema tributário. Serão realizadas atividades com instituições de ensino e pesquisa do Reino Unido..

(iv) Dinâmica de renda dos trabalhadores: Uma diferente vertente do trabalho busca identificar os riscos de renda e incapacitação laboral ao qual estão sujeitos trabalhadores formais e informais na economia brasileira.

Permite tirar lições gerais para o desenho de sistemas de seguridade social em países em desenvolvimento, em que grande parte da atividade econômica ocorre com algum grau de informalidade e cumprimento limitado da legislação tributária e trabalhista.

(v) Dinâmica de firmas formais e informais: O trabalho busca identificar como o alto grau de informalidade pode distorcer a competição e limitar o crescimento de firmas produtivas, contribuindo para uma redução geral do nível de produtividade e bem- estar na economia. (vi) Seguridade social e Tributação.

4 - "CAPES PRINT – Microeconomia Aplicada: Avaliação de Políticas Públicas e Aprimoramento da Lei de Falências". Coordenação - Prof. Luis Henrique Braido.

A literatura econômica teórica e empírica traz evidências do importante papel que mecanismos como a Lei de Falências desempenha no desenvolvimento do mercado de crédito e, em última instância, no desenvolvimento econômico de um país.

Por esse motivo, visando aumentar a sua eficácia (via, entre outras mudanças, aumento de proteção aos credores segurados), foi promovida no Brasil uma grande reforma na legislação falimentar em 2005, bastante inspirada na legislação americana, e que trouxe impactos positivos e relevantes sobre o mercado de crédito e a produtividade das empresas, conforme evidenciado por dois relevantes trabalhos acadêmicos:

Araujo, A. P., R. V. Ferreira, and B. Funchal (2012). The Brazilian bankruptcy law experience. Journal of Corporate Finance 18 (4), 994-1004; Ponticelli, J. and L. S. Alencar (2016). Court enforcement, bank loans and firm investment: Evidence from a bankruptcy reformin Brazil. The Quarterly Journal of Economics 131 (3), 1365-1413).

Entretanto, a taxa de recuperação dos credores no país ainda permanece muito baixa. Segundo dados do Banco Mundial, verificou-se um expressivo aumento após a reforma (de 0,2% em 2004 para 12% em 2007 e permanece no mesmo patamar em 2017), mas a taxa se estabilizou em um nível ainda muito abaixo da média de outros países (América Latina: 26%; OCDE: 72%).

Apesar dos grandes avanços conquistados com a reforma de 2005, relevantes fricções podem estar limitando as contribuições do sistema falimentar. Este projeto visa a construir uma extensa base de dados de processos falimentares brasileiros com o fim de investigar potenciais ineficiências no sistema e propor aprimoramentos na legislação capazes de dirimi-las.

O projeto de pesquisa será desenvolvido em parceria com a Northwestern University e Kellog School of Management, que contam com pesquisadores experientes no tema e com contribuições acadêmicas na avaliação do caso brasileiro.

5 - "CAPES PRINT – Teoria e Políticas Macroeconômicas" - Coordenação - Prof. Aloisio Araujo.

Desenvolver um modelo que permita avaliar um nível de reservas internacionais que maximize uma medida de bem-estar de um país que, para adquirir ativos externos, emite títulos públicos denominados em moeda local.

A formulação de políticas macroeconômicas em países emergentes deve levar em consideração problemas peculiares, que são potencialmente distintos dos enfrentados pelos países desenvolvidos. Sob essa perspectiva, o projeto irá abordar três questões relevantes de política macroeconômica, a partir de modelos teóricos contemporâneos que serão aprimorados durante a pesquisa.

Os temas são: crises externas sob fragilidade fiscal, produtividade e bem-estar com escassez de capital humano e taxação de lucros corporativos sob risco de crises financeiras. O regime de metas de inflação, introduzido no Brasil em

1999, tem sido um aliado importante para garantir a estabilidade monetária.

Porém, a recente deterioração fiscal, em que a dívida bruta saiu de 50% do PIB em 2013 e atingirá 80% em 2020 segundo projeções do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), se coloca como um desafio para o sucesso da atuação do Banco Central.

Essa trajetória fiscal reduzirá a capacidade de coordenar as expectativas de inflação em patamares reduzidos e limitará o alcance da política monetária, assim como elevará o custo de políticas de acumulação de reservas para a proteção contra crises externas.

Ainda em função da fragilidade fiscal, têm sido intensos os debates na sociedade brasileira sobre o nível adequado de gastos em saúde e educação.

O período após a redemocratização é associado a taxas de crescimento da produtividade mais baixas em média comparativamente a décadas anteriores, e o aumento de gastos sociais financiados por tributação é por vezes considerado uma razão para o desempenho pior da produtividade.

No tópico das crises financeiras, a crise de 2008 apresentou ao menos duas novas características relevantes. Uma na forma como a crise ocorreu, e outra na forma da resposta de política econômica.

A primeira refere-se a característica de crise que atinge o sistema bancário não tradicional (mercado de "repo" e sua adoção de derivativos) e produz contagio para seguradoras e setores industriais como montadoras, observando-se um

"Flight to Safety" generalizado. A segunda refere-se ao "Quantitative Easing" e a consequente compra massiva de títulos privados pelo FED, enquanto que a resposta do setor produtivo foi extremamente lenta ("Great Recession").

Seria necessário um aumento ou redução de impostos sobre ganhos corporativos para evitar a repetição do fenômeno? E países emergentes conseguiriam efetuar uma política semelhante à do FED?

6 - "Reação do Branco Central Brasileiro frente à choques externos"

O projeto objetiva mensurar a reação da política monetária frente aos choques que ocorreram na economia brasileira durante as gestões de cinco diferentes presidentes à frente do Banco Central do Brasil (BCB), desde Armínio Fraga até o atual Roberto Campos.

As reações foram ótimas sob que premissas de preferências? Qual foi o custo em termos de produto nos casos de aperto monetário? Há alguma gestão que se diferenciou de forma clara das demais?

Choques exógenos podem afetar a inflação de um país, necessitando uma resposta da política monetária. Se o choque for positivo, o Banco Central que reagir com um aperto monetário aquém do necessário fará com que a inflação seja mais alta que o desejável. Por outro lado, uma alta muito intensa dos juros pode fazer com que o produto se contraia. Neste trabalho queremos investigar como foi a resposta de diferentes gestões do Banco Central do Brasil a esses choques. Os períodos analisados coincidirão com o BC de presidência sob Armínio Fraga, Henrique Meirelles, Alexandre Tombini, Ilan Goldfajn e Roberto Campos.

Para mensurar a resposta utilizaremos um modelo DSGE (dynamic stochastic general equilibrium) com competição monopolística e considerando tanto flexibilidade como rigidez nominal nos preços e salários, seguindo uma metodologia adotada por Leduc e Sill (2004) e um modelo próximo de Castro, Gouvea, Minella, Santos e Sobrinho (2011). Alguns dos períodos a serem testados são: desvalorização cambial acentuada em 2001 (Fraga) e crise financeira global de 2008 (Meirelles). Adicionalmente, buscamos responder se há uma clara diferença na reação da política monetária em cada uma das gestões (se há uma tendência mais hawkish ou dovish).

7 - "Atraindo Melhores Professores"

O projeto buscará avaliar se a implementação do piso salarial para profissionais docentes ocorrida em todo o Brasil no ano de 2009 teve impactos positivos sobre o desempenho educacional medido pela Prova Brasil e se tal política de fato cumpriu seu objetivo de tornar a profissão docente mais atrativa. Para tanto, em uma primeira etapa será usada a abordagem quase-experimental do modelo de diferenças em diferenças com tratamento não binário para avaliar se turmas que tiveram aulas com professores incumbentes apresentaram melhoras de desempenho, além disso também será avaliado se houve algum efeito sobre turmas as quais tiveram aulas com professores que adentraram na profissão após o estabelecimento do piso salarial, assim possibilitando checar se tal política de fato cumpriu o objetivo de atrair novos e melhores professores. Em uma segunda etapa será elaborado um modelo teórico de escolha ocupacional na presença de salários mínimos distintos entre setores para justificar os resultados encontrados na primeira etapa do projeto.

Assessoria Técnica no Governo Federal

O Professor Aloisio Araujo tomou posse oficialmente no dia 07 de outubro de 2019 no Ministério da Economia.

Se manteve no cargo de Assessor Especial do Ministro de Estado da Economia - Sr. Paulo Guedes até o dia 27 de julho de 2021.

Webinar Educação Infantil: Avaliações de Políticas Públicas e Sugestões para o Novo Fundeb

Em março de 2021, o Professor Aloisio Araujo participou do Webinar Educação Infantil: Avaliações de Políticas Públicas e Sugestões para o Novo Fundeb, organizado pela Academia Brasileira de Ciências. Conjuntamente ao Prof. Aloisio, que coordenou o evento, participaram também o ganhador do Prêmio Nobel James Heckman e o economista Rodrigo Pinto. Os moderadores foram o presidente da ABC, Luiz Davidovich e o Professor Aloisio Araujo.

As preocupações com a educação básica brasileira aparecem de forma destacada na Constituição de 1988. O seu mais recente aperfeiçoamento se deu no Novo Fundeb, aprovado em 2020, que tem por objetivo a correção de desigualdades entre os municípios e também maior foco na educação infantil.

As pesquisas dos webinaristas convidados mostram que a ênfase deve ser na abordagem multidisciplinar e no investimento em educação e saúde física infantil, do nascimento aos 5 anos de idade, desenhando estratégias de ciclos de vida unificados. Políticas públicas com este foco geram retorno sobre o investimento capaz de reduzir as desigualdades e gerar indivíduos com habilidades adequadas para terem vidas bem-sucedidas, com maior capacidade para produzir.

Participantes: Aloisio Araujo,

Rodrigo Pinto
Economista com mestrado em matemática e doutorado em estatística. Atualmente é pesquisador emérito do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada e professor titular da Fundação Getúlio Vargas. Foi pioneiro no Brasil na utilização de modelos de economia matemática para o entendimento de problemas econômicos. Membro titular da ABC e da Academia de Ciências dos EUA (NAS, na sigla em inglês) nas áreas de economia e matemática aplicada.

James Heckman
Professor de economia e diretor do Centro de Economia para o Desenvolvimento Humano da Universidade de Chicago. Recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2000. Pesquisa as origens das principais questões sociais e econômicas relacionadas com a desigualdade, mobilidade social, discriminação e a formação de competências e regulamentação nos mercados de trabalho, bem como busca conceber e aplicar métodos empíricos rigorosos para compreender e abordar estas questões. É membro da Academia de Ciências dos EUA e da Associação Americana de Economia, entre outras.

Webinar – Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria - (Ministério da Economia)
Painel sobre educação infantil, o novo FUNDEB e seus impactos

Participantes: Aloisio Araujo,

Flavio Cunha – Professor da Cátedra Ervin K. Zigler do Departamento de Economia da Universidade Rice (Hounston – Texas)

Bruno Ogava – Doutorando em Economia na FGV – EPGE

Gustavo Guimarães – Secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do ME.

Webinar Histórias, Conquistas e Legado - Uma homenagem ao ilustre professor Carlos Geraldo Langoni

A EPGE promoveu, via Zoom no dia 9 de julho, um evento de homenagem póstuma ao professor Carlos Langoni. O professor Carlos Geraldo Langoni foi diretor da EPGE no período de 1974 a 1979.

Durante o encontro, foram abordados o legado e as contribuições do professor Langoni para o desenvolvimento econômico brasileiro, bem como sua trajetória e pioneirismo nos campos acadêmico e profissional.

O evento contou com a participação de Aloisio Araujo, Vice-Diretor da EPGE; Carlos Eduardo de Freitas, Membro do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal; Carlos Ivan Simonsen Leal, Presidente da FGV; Edy Luiz Kogut, Presidente do Conselho de Administração na Petrobras Distribuidora; Ernane Galvêas, Ex-Ministro da Fazenda e Conselheiro da FGV; Joaquim Levy, Diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados na Safra; José Júlio Senna, Pesquisador do FGV IBRE; Marcelo Neri, Diretor da FGV Social e Professor da FGV EPGE; Paulo Guedes, Ministro da Economia; Roberto Campos Neto, Presidente do Banco Central do Brasil; Roberto Castello Branco, Membro do Conselho de Administração da Vale; Rubens Penha Cysne, Diretor da FGV EPGE e Sergio Werlang, Assessor da Presidência da FGV e Professor da FGV EPGE.

Seminário Direito e Desenvolvimento. Direito, Desenvolvimento e a Nova Lei de Recuperação e Falência - BNDES

O encontro reuniu lideranças nos campos jurídico, político, bancário e empresarial para debaterem as implicações da reforma da Lei 11.101/2005 pela Lei 14.112/2020 nos temas: Direito e Desenvolvimento Econômico e Social, Mercado de Crédito de Longo Prazo, Ambiente de Negócios e Segurança Jurídica.

Seminário Internacional Comemorativo dos 60 anos da EPGE

Nos dias 21 e 22 de outubro a EPGE promoveu, via Zoom, o Seminário Internacional Comemorativo dos 60 anos da Escola.

O objetivo do evento é celebrar os 60 anos da EPGE. O primeiro dia contou com palestras de ex-alunos do nosso programa de pós-graduação com carreiras acadêmicas de destaque e pesquisa na fronteira cientifica. O segundo dia teve mesas redondas com ex-alunos do nosso programa com papel relevante na formulação de políticas econômicas. Os temas abordados são: “Desafios ao Crescimento Brasileiro”, “ESG e Infraestrutura” e “Desafios da Política Fiscal no Brasil”.

Participaram do evento o pesquisador laureado com o Prêmio Nobel de Economia de 2014, professor Jean Tirole; o professor do Hoover Institution, da Stanford University, John Cochrane; o professor da Université libre de Bruxelles, Mathias Dewatripont; e Professores e ex-alunos da EPGE: Aloisio Araujo (Vice-diretor da EPGE), Ana Carla Abraão (Oliver Wyman Brasil); Bruno Funchal (Ministério da Economia); Carlos Eugênio da Costa; Carlos Ivan Simonsen Leal (Presidente da FGV); Cezar Santos; Cristiane Alckmin (Secretaria da Fazenda de Goiás); Daniel Gottlieb (London School of Economics); Eduardo Azevedo (Wharton School); Felipe Iachan; Flávio Cunha (Rice University); Humberto Moreira (Coordenador da Pós-Graduação Acadêmica da EPGE); Joaquim Levy (Banco Safra); Joísa Campanher Dutra (Coordenadora do Mestrado Profissional da EPGE); Leandro Gorno, Lucas Maestri (Coordenador da Pós-Graduação Acadêmica da EPGE); Luis Braido; Maria Silvia Bastos (Membro dos conselhos da Vallourec global, Iguá Saneamento e grupo Cataratas); Paulo Klinger Monteiro; Renato Fragelli; René Garcia Jr. (Secretaria da Fazenda Paraná); Roberto Castello Branco (Companhia Vale do Rio Doce S.A.); Rubens Penha Cysne (Diretor da EPGE) e Sérgio Werlang (Assessor da Presidência da FGV).

Professor Aloisio Araujo foi homenageado no evento do 29º Aniversário da SPE – Ministério da Economia

No dia 18 de novembro, o professor da EPGE Aloisio Araujo foi homenageado no evento de celebração do 29º Aniversário da Secretaria de Política Econômica – SPE (ME).