A Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) tem origem no Centro de Aperfeiçoamento de Economistas (CAE), criado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em 12 de dezembro de 1960. Passa a denominar-se EPGE em 15 de janeiro de 1966, como sucessora do CAE, com a introdução da pós-graduação em nível de Mestrado. Em 1974, foi criado o programa de Doutorado. É hoje uma das seis escolas da Fundação Getulio Vargas, instituição privada, sem objetivo de lucro, fundada em 1944, e dedicada à educação e ao desenvolvimento técnico-científico na área das ciências sociais.
Em seus mais de 40 anos dedicados ao ensino e à pesquisa, é responsável pela introdução do rigor matemático e da sofisticação teórica no ensino e pesquisa de Economia no Brasil, com impactos importantes na gestão pública e privada no País.
O objetivo da EPGE é incentivar a pesquisa e a publicação científica bem como formar acadêmicos preparados para ensinar e desenvolver a Ciência Econômica. Estes objetivos são pautados pela busca da competitividade internacional e da liderança nacional. Por vários anos consecutivos, tem sido avaliada pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) como o melhor programa de pós-graduação em Economia do Brasil. Entre os seus professores, sempre esteve presente a elite do pensamento econômico brasileiro, e a escola conta hoje com um seleto grupo de PhDs em regime de tempo integral, dedicados unicamente à pesquisa e ao ensino.
Pela EPGE passaram inúmeras personalidades de destaque profissional nos setores público, privado e acadêmico, destacando-se o saudoso Professor Mario Henrique Simonsen, ministro de Estado e um dos mais admirados economistas brasileiros. Na alta administração pública, podem ser citados também os ex-Ministros de Estado João Paulo dos Reis Velloso, João B. Abreu, Dorothea Werneck e Francisco Dornelles; os ex-Presidentes do Banco Central do Brasil Carlos Geraldo Langoni, Antonio Carlos Lemgruber, Affonso Celso Pastore, Gustavo Loyola e Armínio Fraga; o ex-Presidente do BNDES André Franco Montoro Filho, o ex-governador e deputado Luiz Gonzaga Mota, além de vários diretores do Banco Central.